omnia vincit amor ♥
[...] Tenho incontáveis defeitos, mas me ofereço inteira: com minhas partes estragadas e boas. [...]
“É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer
Abandonar tudo por medo
Não transformar sonhos em realidade
Ter medo da vida e de seus compromissos
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.”
Pablo Neruda  (via sinceridade-surreal)

“Eu sou tipo. Tipo. Sou tipo uma granada, mãe. Eu sou uma granada e, em algum momento, vou explodir, e gostaria de diminuir a quantidade de vítimas, tá? Eu sou uma granada — repeti. — Só quero ficar longe das pessoas, ler livros, pensar e ficar com vocês dois, porque não há nada que eu possa fazer para não ferir vocês; vocês estão envolvidos demais, por isso me deixem fazer isso, tá? Não estou deprimida. Não preciso sair mais. E não posso ser uma adolescente normal porque sou uma granada.”
A Culpa é das Estrelas.    (via sinceridade-surreal)





chorei tão alto que a cidade inteira ouviu e compreendeu, agora todo mundo dança esse meu choro plebeu



“Mas a morte não tem livros, comida, cachorros ou feriados. A vida não tem descanso, mas a morte não tem um despertador desligado. A morte não tem música alta, festa surpresa, abraços demorados, dinheiro encontrado no fundo do bolso, nota alta na prova, beijo na boca, poesia, banho de chuva, azulejo frio, ursos de pelúcia discretos, colo de mãe. A morte não tem férias, e a vida também não. Quase é injusto. A vida não tem paz e a morte não tem tristeza, ressentimento, descaso, síndrome da invisibilidade, raiva, fome, preocupação, vestibular, chefes, tédio, contas, solidão, impotência, baixa auto-estima, invalidez, culpa, desespero, agonia, abandono, saudade e silêncio. A morte não tem arrependimento, mesmo se for forçada a acontecer. E aí, quando cansarmos do contrato e nosso saldo de coisas boas não der conta de segurar uma depressão sozinho, a gente não vai mais estar vivo pra sentir alívio. Viver é desvantagem demais. E morrer só comprova isto.”
Cinzentos.  (via cortejos)

“Amar,
é pedir desculpas
mesmo estando certo.”
Rafael Lemos   (via resumindoempalavras)

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